A queda do vôo "AF 447" foi prevista e codificada no filme "Presságio (Knowing)". A previsão e seus códigos podem ser vista na faixa "6" do "DVD (não pirata)". Segue aqui, e decodificação:
"Texto do filme: - Hoje tivemos um dos piores dias da aviação americana recente, quando "4" aviões fizeram pousos forçados em vários estados desde Maine até "Miami". Um deles terminou em desastre, quando o vôo "74" de Pittsburg caiu a 3 km da pista do Aéroporto de logan. As primeiras estimativas indicam "81" mortos".
Preste atenção nos números acima: Se você juntar o "4" ao "74" você encontrará "744" e se você ler ao contrário encontrará "447". O próximo número importante é o "81" que em hebraico é escrito com duas letras que são o "Fei (F)" e o "Alef (A)" formando assim a sigla "AF" ao contrário", e assustadoramente revelando "AF 447" que são a sigla e o prefixo do A320 da AirFrance que caiu no dia 31 de Maio.
Ainda tem Mais: Miame (Maiâmi) é escrito em hebraico com "Mem, yud, alef, mem, yud". As três primeiras letras permutadas formam "May" que é "Maio (Mês)" em ingles, e as duas últimas que sobraram formam a palavra hebraica "Iam" que significa "Mar/Oceano" em hebraico.
Vejam que o universo está cheio de códigos, e como sempre venho compartilhando, D´us fala através dos filmes.
Então, no filme "Knowing (Sabendo/conhecendo)" que em português foi chamado de "Presságio", D´us codificou a queda do vôo "AF 447" da AirFrance.
Os códigos são: "AF 447 - Maio no Mar". O filme fala que tudo já foi escrito e que não existe acaso no universo.
Misha´El Yehudáh - Mistico Hebreu - Professor da Escola de Mistérios
Antes de iniciar nossa “Hajra” sobre meditação, é necessário primeiro explicar o que é meditação.
O grande místico hebreu, rabino Avraham Yitzachak Kook (1865-1935), disse: “Mitzavá bli kavanná, Ke´guf bli neshamá – Mandamento sem kavanná é o mesmo que um corpo sem neshamá”.
A palavra hebraica “Kavanná” é derivada do termo “kivun”, e significa “Direção Interior” ou “Jornada Interior” que é muito semelhante ao termo arábico “Hajra” o qual usamos acima e que fora usado por Frank Herbert em sua obra máxima “Duna” cujo significado é “Jornada de busca”. Em árabe, significa imigração.
Trocando em palavras de forma que todos possam compreender, “kavanná” que é quase sempre traduzida para meditação, é uma “viagem de busca” pelos mundos interiores dentro das nossas almas, digo “almas” e não “alma”, porque todo ser humano possui uma “nefesh (alma animal), um “ruach (espírito) e uma “neshamá (alma divina)”, e quando se senta com a intenção de meditar, está na verdade, iniciando uma viagem interior pelas terras dentro de si mesmo.
Acerca desta viagem interior, a Torah nos conta sobre Abraão: “D´us disse a Abrão: “Anda de tua terra e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que te mostrarei (Genesis 12:1)”.
No texto original hebraico D´us diz: “Lech lechá (Parta para ti)”. D´us estava comandando Abrão a iniciar uma Hajra, uma viagem interior para as terras dentro de si mesmo. Assim, o Zohar nos diz que, quando Abrão chegou a Canaan, D´us apareceu a ele, e lhe deu a néfesh (alma animal). Depois Abrão partiu para sul e então recebeu o ruach (espírito), e finalmente alcançou o grau mais elevado recebendo a neshamá (alma divina).
Todos estes graus somente podem ser atingidos quando, intencionalmente o iniciado inicia sua kavanná, sua hajra, buscando dentro de si mesmo as respostas que jamais poderiam ser encontradas no lado de fora.
A alma (neshamá) é atemporal, e nela está o conhecimento do passado, presente e do futuro. Qabalsitas, iniciados nos caminhos místicos na “Escola Séter – a antiga escola de mistérios”, não prevêem o futuro, mas, se lembram dele através da kavanná.
A meditação é a única ferramenta capaz de nos colocar em contato com os reinos dentro de nós mesmos, nos permitindo o conhecimento de todos os nossos aspectos, tanto positivos, como negativos, despertando, tornando vivido em nossas mentes todo o conhecimento arquivado em nossas almas.
Recentemente adquiri o livro “Em águas profundas” do cineasta americano David Lynch, que foi quem levou para o cinema o meu livro preferido “Duna”. David revela no livro como a meditação o ajudou em seus projetos e na direção de seus filmes, incluindo “Blue Velvet (Veludo Azul)” e “Twin Peaks”, e como o ajudou também a conhecer a si mesmo, e controlar e erradicar o seu pior inimigo: A ira.
Os iniciados no conhecimento da Qabalah, também usam outras ferramentas para ativar e intensificar estas “Hajras”, como o uso dos Tefilin (filactérios), e a contemplação em alquimias de letras hebraicas as quais os iniciados nos caminhos místicos na Escola Séter, chamam de “Otiót” com as quais é possível realizar milagres, e aqui entra a sabedoria.
A palavra “milagre” vem do hebreu “ness” e significa “escapar/fugir”, pois, quem deseja um milagre quer na verdade, fugir de uma situação que lhe provoca intensa dor. O termo “ness” também é a raiz de “Nessoá (viajar)”.
Acerca disto está escondido na Torah sobre o maior milagre já realizado no universo: A abertura do “Mar Vermelho (Iam Suf)”.
“E disse o Eterno a Moisés: Por que clamas a mim? Fala aos “B´ney Yisra´El” que marchem (Êxodo 14:15)”.
No texto original hebraico D´us diz “Veissaú” que literalmente significa “iniciem a viagem” ou “pulem dentro do mar”. Devo deixar claro aqui, que nós, seres humanos somos constituídos de 70% água, um verdadeiro “mar interno”.
Em seguida a este comando, D´us ainda ordena a Moisés: “E tu, eleva o teu cajado e estende a tua mão sobre o mar e fende-o... (Êxodo 14:16)”.Segredo aqui reside no “cajado (hebraico Matê)”.
Na Torah D´us diz: “E este cajado pegarás com a tua mão, com o qual hás de fazer os sinais (hebraico Otót)”. Já foi explicado acima sobre o termo “otiót (letras)” as quais usamos para realizar milagres através das nossas “kavann-ót (plural de kavanná)”. O termo “Ót (letra)” funde-se aqui com o termo “Kivunn” formando o plural “kavannót” e ganhando o significado “viagem intencional pela letra”.
Sobre o cajado que foi dado a Moisés, o Zohar sagrado nos conta, que ele estava todo gravado com as “otiót” do Nome Santo que irradiava luzes em 42 cores direfentes, e aqui, aprendemos sobre o segredo do Nome de D´us de 42 Letras (Ana Bekoach) com o qual os iniciados realizam suas kavannót e seus “nissim (milagres)”, e entenda “nissim” como “escapadas”. Ainda sobre o cajado, o Zohar nos conta que ele foi criado no crepúsculo do sexto dia da criação.
Em 2006, 5766 no luach hebreu, eu iniciei a criação e gravação de músicas me utilizando deste profundo conhecimento, que resultou no CD “Caminhos Místicos (não lançado por gravadora)”. Iniciei uma “hajra” pelos “multiversos” na minha neshamá até o futuro, e ouvi canções as quais eu mesmo comporia no futuro, trazendo-as para o presente ano (2006) e gravando cada instrumento que ouvi. O resultado sempre provocava uma intensa alegria e elevação espiritual.
Estas são minhas palavras sobre “meditação”, que espero, ajude aos leitores compreender sobre este segredo místico e aplicá-lo em suas vidas.
“Mitzavá bli kavanná, ke´guf bli neshamá (Uma boa ação sem kavanná, é o mesmo que um corpo sem alma)”
(Rabbi Avraham Yitzchak Kook)”.
O rabbi Misha´El Yehudá é o fundador e presidente da “Associação Cabalista Mundial – Gará Kulam Moshav”, e o redescobridor dos antigos ensinamentos da “Escola Séter – A Antiga Escola de Mistérios dos Iorei Edey Há-Merkavá (Os descidos da Carrugem Diniva)”. Nascido Paulo Sergio no ano de 1966 no bairro de Beith-Lechem (Belém) em SP, judeu marrano (descendente de B´ney anussim), circuncidado no “Hilulá (aniversário de ocultamento)” do grande Qabalista do século 16 conhecido como “Ha-Ari (Rabino Yitzchak Lúria)”. Qabalista, iniciou seu caminho pela Sabedoria da Torah, ao receber a visita em seus sonhos de um rabino falecido em 1955, que lhe revelou profundos segredos escondidos na Torah de D´us.
אֶפְתְּחָה בְמָשָׁל פִּי אַבִּיעָה חִידוֹת מִנִּי־קֶֽדֶם - “Abrirei a minha boca em parábolas e publicarei enigmas dos tempos de Qédem”. Quanto mais eu investigo sobre a misteriosa inspiração que me lançou para escrever Crônicas de Qédem, mais me surpreendo.
Tempos atrás, durante um momento em minha "Kavanná", fui desperto para um segredo que ainda não havia percebido. Enquanto meditava as letras hebraicas dispostas no Tehilim (Salmo) 78:2 vieram a minha mente, e as "Qolót Mistorei" ou "Ha-Qol d´Arazá" despertaram no meu interior. O verso é o que está escrito acima, e na minha "visão" as letras moviam-se revelando-me os segredos guardados por elas. Meu nome hebreu "Misha´El" e mesmo meu nome civil "Paulo" estão codificados no verso.
As "Otiót (Letras)" me comandaram então: Atente para o segredo da palavra "Mayim (Água) - מָים
Parte do segredo eu ja conhecia, e este é o acrônimo escondido no termo "Mayim" cujas três letras "Mem, Yud & Mem Sofit" são as iniciais de "Matai Yavô Moshiach? (Quando Virá O Messiah?)".
As "Otiót" do "Sháb´tá" me disseram: "Atente que "Matai" também é um nome, e também é o nome de um único livro no "Sêfer Ha-Notzrim (O Livro dos Nazarenos). Faça o cálculo de gematriot da frase "Matai Yavô Moshiach"".
Procedi, então, e calcular a gematria das letras da frase, como as "Otiót" me instruiram a fazer. Este foi o resultado:
Matai (450) - Yavô (13) - Moshiach (358)
Ao descobrir esta gematriot (melhor escrever "Gematri´Ót)" eu fui instantâneamente levado a uma descoberta. Ouvi o comando: "Vá até o único livro na biblia cristã cujo nome é "Matai" e veja o pérek 13 passak 35".
E foi exatamente o que fiz. Levantei-me, tomei uma cópia do "Sêfer Ha- notzerim" que possuo em minha estante de livros, e procure pelo capítulo e verso que me fora sugerido.
"Le´malót êt ashér davár ha-naví le ´omêr: "Eftêcha be´mashál pí aviáh chidót miní Qedêm (Para que se cumprisse o que foi dito por intermédio do profeta: Abrirei minha boca em parábolas e publicarei enigmas dos tempos de Qedêm - Mateus 13:35)". Mateus vem do hebraico "Matai". O verso é uma repetição do Tehilim 78:2 de Asáf, que não era um profeta, mais um músico.
O passúk (verso) possui 27 letras e sua gematri´ót resulta em 1716. Então, tomei a gematri´ót do verso e somei ao número de "oitót" o que resultou em 1743. Acresci, então, este resultado ao número do pérek (capítulo) e do primeiro passúk (78+1)=79.
1743+79=1822
Tudo o que eu tenho escrito e falado nestes últimos três anos está relacionado com "Qedêm" que para o título do meu livro eu transformei em "Qédem". Tomei, então, o valor gemátrico de "Qedêm (קֶֽדֶם)" e somei ao resultado 1822.
144+1822=1966
"Pelos peyot de Rav Shimeon Bar Yochai - exclamei" - 1966 é o ano em que eu nasci! como é possível? Resposta:
"Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado (Ióv 42:2)". Yóv (Jó) que em arábico é "Ayyub" é uma das personagens principais de "Crônicas de Qédem".
A "Sha´on do Atiká Qadishá (O Ancião Sagrado)" tem Doze tipos de pedras que caem do Câmara superior para repousar em Seis compartimentos diferentes em qualidade mas iguais em formato. O "Mistério da Sha´on" foi revelado pelos Ethanim no livro Crônicas de Qédem, na seguinte passagem:
"O relógio cósmico para a sétima e última expansão fora acionado. Os segundos celestes na ampulheta do Senhor do universo avançavam à medida que os doze tipos de pedras de Sua sha´on caiam para repousar no fundo da redoma do relógio divino".
As meditações no "Segredo da Ampulheta" é chamado pelos Antigos de "Kavannat Ha-Sha´on".
São "Doze" os tipos de pedras que preenchem a Sha´on do Atiká Qadishá (O Ancião Santo). São Elas: Odêm, Pitdá, Baréket, Nofech, Saphir, Iahalom, Léshem, Shebó, Achlamá, Tarshish, Shocham e Iashefê.
Cada uma das pedras está conectada as doze "Mazalót (Constelações), a um mês do ano, a um dos doze patriarcas antigos, aos doze principais orgãos do corpo, às doze horas da manhã e as doze horas restantes do dia.
Como os "Doze Tipos de Pedras da Sha´on de Lorde Atiká" caem da câmara superior para repousar em "Seis" receptáculos de diferentes qualidades mas de formatos iguais, elas carregam internamente o segredo do "Shem Ha-Meforash (O Nome Brilhante de Fogo".
O segredo aqui é que, cada uma das doze pedras carrega internamente em si "seis" dos Nomes Sagrados do Senhor do Universo:
6x12=72
As doze pedras da Sha´on também estão conectadas ao Mishkeney Elion (O Tabernáculo Superior), que de acordo do com o Zohar Santo, descerá à terra, e estará estácionário entre as "ananim" sobre os céus de Jerusalém.
Há muito mais segredos a serem revelados sobre a Kavannat Ha-Sha´on, os quais os iniciados os estudam na Escola de Mistérios - A Escola Séter.
Na antiguidade, os chodeshim (meses) eram chamados por nomes diferentes, e o primeiro mês do ano hebreu chamava-se "Aviv (alguns dizem Abib)".
Aviv é dividido em duas partes: Av+Iv - que revela a frase "O Pai dos Doze". Sendo assim, existe uma importancia muito grande escondida nos doze primeiros dias do mês de Nissam (Aviv). Hoje nós estamos no 3º dia de Nissan/Aviv. Cada um dos doze primeiros dias corresponde ao segredo interno conectado a cada uma das dozes tipos de pedras da Sha´on. Elas, as pedras, são as "Merkavót (carruagens)" que carregam dentro de si os doze patriarcas, as doze constelações, as doze horas do dias e da noite, os doze meses, etc.
A primeira pedra corresponde ao primeiro mês do ano e ao mazal de Talê (Aries). A meditação na Odêm (a primeira pedra) deve ser intencional para fazer o Tikkun de Aries. assim, cada umas das pedras são usadas como um veículo para corrigir cada um dos doze signos do ano e também para influenciar o futuro, ou seja, "o que eu desejo para os doze meses do ano qabalistico que se inicia?".
O Pastor Fiel (Moisés) fala sobre Amalek e como os nomes de Bila´am e Balak estão escondidos nele. Ele diz-nos das quatro faces de Yisrael - Jacob e Rachel, Israel e Leah - e diz que essas correspondem às quatro faces da águia. Do mesmo modo existem quatro faces a Amalek - divinação, encantamento, iniqüidade e teimosia. Amalek em cima é Samael, cujas faces tentam as pessoas a pecar contra o Deus.
“Por isso, será, quando o Eterno Seu D´us, te der descanso de todos os teus inimigos em redor, na terra que o Eterno, teu D´us, te ETA dando por herança para possuí-la, apagarás a memória de Amalek de debaixo dos céus, não te esquecerás (Devarim 25:19)”. Porque o Sagrado, abençoado seja Ele, jurou não voltar ao Seu trono antes que Ele realize Sua vingança. O Pastor Fiel abriu e disse: “seguramente é por isso que eles viajavam na selva e pelo mar, e não se introduziram terra de Yisrael até que Ele (D´us) tomasse a vingança em cima de Amalek”.
Ele pergunta: “quem é esta raiz de Amalek acima no sentido espiritual? Vemos que as almas de Bila´am e Balak vieram do Amalek celestial, e é por isso que eles tiveram mais inimizade contra Yisrael do que qualquer outra nação ou língua. É por isso que AMALEK está marcado nos seus nomes, a saber o “AM (עמ)” de Bila´am e “Lak (לק)” de Balak. Os Amalekitas são masculinos e femininos e deles o pastor fiel diz: “Ele não observou a iniqüidade em Jacob nem ele viu a teimosia de Yisrael (Bamidbar 23:21)”, ONDE A INQÜIDADE É O LADO MASCULINO de AMALEK E A TEIMOSIA É A SUA FÊMEA. As letras que sobram de Bila´am e Balak formam o nome “Bavel (בבל)” que significa “Confusão”.
As Quatro Faces
O Yisrael tem quatro faces que são: Jacob que é Yisrael, Rachel e Leah. Yisrael e Jacob são o macho e Leah e Rachel são a fêmea. Essas quatro correspondem ao segredo de Ezequiel quando nos conta sobre as “Chaiót (os Animais Sagrados)”: “E a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e do lado direito todos os quatro tinham rosto de leão, e do lado esquerdo todos os quatro tinham rosto de boi; e também tinham rosto de águia todos os quatro (Yechezkel 1:10)”. Isto é, que correspondem as quatro faces da águia, desde que Jacob e Yisrael são o aspecto de uma águia que é a coluna central da Árvore das Vidas, chamada de “A Face Pequena”. Do mesmo modo há quatro faces a Amalek, que são: a divinação, o encantamento, a iniqüidade e a teimosia. As letras do termo iniqüidade (Hebraico: amal) estão presentes em Amalek (Amal-ek), e de Haman, quem descendeu de Amalek sobre quem se diz: “O seu dano (Heb. amal) se voltará sobre a sua própria cabeça (Tehilim 7:17)”. E todos os chefes de Esaú (Essav) vieram de Amalek. Amalek em cima é Samael que tem quatro faces que são a iniqüidade, o encantamento, a teimosia e o engano. Eles tentam o homem pecar contra o Sagrado, abençoado seja Ele. A divinação “קסם” (Heb. kesem) é o Quf (ק) de Amalek, o veneno “סם(Heb. Sam)” de Samael, e o encantamento é o El (אל) de Samael.
A Batalha de Riddick
No filme protagonizado pelo ator americano Vin Diesel, o universo enfrenta um poderoso inimigo chamado “Necromongers”, um exercito de “semi-vivos” liderado pelo maléfico “Lorde Supremo” que curiosamente usa um Elmo (uma mascara/capacete) que tem “Quatro Faces”.
Os necromongers viajam de planeta em planeta convertendo seus habitantes à sua maléfica religião, matando os que não aceitam serem convertidos, e destruindo por fim, os seus mundos.
O termo “Necromonger (singular)” pode ser dividido em “Necromon-Ger” sendo que a ultima parte forma, em hebraico, o termo usado para “Convertido”, mas que carrega um outro segredo.
O termo “GER” é escrito com duas letras hebraicas, as letras “ג Guimel” e ר Resh” que são as iniciais de “Guilgul Ruach (A Roda do Espírito)” significando que, as pessoas convertidas recebem então um espírito adicional profano chamado “rashá (perverso)”.
Os nossos Sábios nos ensinaram: É proibido dar a um filho o mesmo nome de um Rashá. Alguns acrescentam que esta proibição não recai apenas sobre o pai, mesmo que já tenha dado a seu filho o nome de um Rashá (porque ele não sabia que era proibido), ao público é proibido chamá-lo por aquele nome. Eles devem substituí-lo por um apelido, e chamá-lo por este apelido.
Um exemplo, para que fique claro em nossa mente de um nome de um “perverso (rashá)”, seria dar à criança o nome de “Hitler, Stalin ou Mussolini”, ou mesmo “Saddam”, ou em um outro exemplo, dar à criança o nome de “Charles Manson”, o assassino serial que matou a atriz “Sharon Tate” esposa do então cineasta “Roman Polansky (O Bebê de Rosimary e o aclamado O Pianista)”.
Uma Advertência
Esta, pois escrito no Tehilim: “Bem-aventurado a pessoa que não segue os conselhos dos perversos (reshaim – plural de rashá)”. Desta forma é proibido se associar com eles, comer com eles, andar com eles, e mesmo tomar uma carona com eles.
Os “reshaim” que são aqueles encarnados com espíritos perversos, às vezes não são pessoas, mas, demônios em forma humana, e a pergunta que fica é: Como saber que são? Eles são aqueles que se recusam a cumprir Torah, não praticam e nem tem a intenção de praticar as mitzvot.
Algumas vezes, mesmo tendo a aparência de piedosos, não o são, e na primeira oportunidade usarão do julgamento contra aqueles que praticam Toráh. Usam suas bocas para dizerem palavras profanas, palavras de baixo calão, etc.
Ao judeu é proibido usar seus lábios para tais praticas, uma vez que a boca que recita as palavras sagradas da Toráh e o Santo Nome de D´us, não pode fluir com duas fontes, sendo uma doce e a outra salgada.
Os “reshaim” fazem parte da “Érev Rav (A multidão misturada)” que são os Nefilim (Caídos), Giborim (Poderosos), Anakim (Gigantes), Reshaim (Perversos) e Amalek. A “cabeça (coroa)” desta árvore maléfica é Amalek.
A moda agora é o surgimento de “kabbalistas” que sequer tem a marca do pacto sagrado, a circuncisão, que criam e abrem escolas de kabala. Tem a aparência de piedosos, mas na primeira oportunidade que tiverem, usarão de julgamento para com os “santos (os praticantes da Toráh)” e destruirão as vidas daqueles que sem conhecimento se associaram a eles. Que D´us nos livre de tal associação.
Infelizmente os reshaim estão se inserindo no meio da nação de Israel. Rabinos sem sabedoria, desligados do estudo do Zohar sagrado e da sagrada Qabalah, tem aceitado estas pessoas como convertidos no seio do povo. E muito fácil, encontrar na internet, por exemplo, estes seres, e verificar pelo uso que fazem desta ferramenta (a net) que são reshaim disfarçado de “yehudim”. Usam de palavrões, perseguem outras raças e credos, usam de julgamento, se utilizam do lashon hará (calúnia), e ainda por cima se intitulam como ortodoxos para enganar a justiça, ou faltar às audiências marcadas pela justiça depois de terem sido denunciados e processados por seus crimes.
Minha oração é para que D´us nos livre de estarmos associado a estas pessoas, e que se, involuntariamente o fizemos, que Ele nos perdoe por nossa falta de sabedoria e apague as conseqüências de tal associação. Amén!